30/11/2010

500 milhas da Granja Viana: Detalhes e curiosidades

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Quando você vai para uma prova de Endurance, a primeira coisa a pensar é descansar o máximo possível antes da corrida começar, preparando-se para a longa jornada que virá a frente. Mas nas 500 milhas de Kart, disputado pela última vez na Granja Viana, é diferente. A começar pelo Pits, normalmente local reservado para apenas equipes e pilotos em outras competições, é completamente tomado por jornalistas, fãs, penetras e o sem número de pessoas que auxiliam a organização desta competição.

Enquanto muitos fotógrafos e repórteres buscam as palavras dos pilotos a cada entrada e saída da pista, muitas pessoas invadem os boxes em busca de autógrafos e verem de perto seus ídolos. Isso tudo em um espaço que mal passaria um carro de passeio tranquilamente. Alias, tranquilidade é algo que não existe durante esta maratona de velocidade. Apitos ecoam diversas vezes para avisar que algum kart entrou na área dos boxes. Algumas vezes, os fiscais falhavam e alguém tomava um susto, ao quase ser atropelado pelo Kart descendo em direção aos pits.

E não pense que algum destes pilotos veem apenas para brincar, como era antes reconhecida esta corrida. Até mesmo nas equipes menores muitas discussões entre pilotos e mecânicos eram vistas com frequência, enquanto nas maiores havia todo o tipo de preocupação em relação ao desempenho do Kart, chegando a ter quase 10 pessoas para tomar conta de 2 karts. Isso sem contar muito piloto de primeira linha que saia do sério quando o kart não conseguia o desempenho esperado. Tirando a equipe Sueca, que encontrava diversão para tudo que olhava e fazia, o clima era de máxima competição.

Para finalizar, cobrir este evento in-loco deixou 2 certezas. A primeira é que a escolha de um novo local para esta prova pode fazer muito bem ao publico, tornando maior e mais acessível para qualquer pessoa, como já tinha percebido na última quinta feira e descrito no post anterior sobre o evento. A segunda é que nenhuma nova pista fará frente para incríveis curvas da Granja Viana, daqueles traçados que ninguém mais faz, nem mesmo para o Kart.

29/11/2010

FIA GT1: Competição é o que vale

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A FIA GT1 teve sua primeira etapa realizada no Brasil neste final de semana. Com duas provas realizadas, uma no sábado e outra no domingo com uma presença marcante de público (aproximadamente 20 mil pessoas). Dentro da pista, pilotos de diversos países com diferentes características e formações. Desde ex-pilotos de Formula 1, pilotos de GT e turismo mundial como empresários e aventureiros dos mais diferentes lugares do mundo.

Pilotos brasileiros, franceses, alemães, belgas, finlandeses, suíços, italianos e de outros tantos lugares se deliciavam no velho circuito paulista de Interlagos com as maquinas mais modernas e cobiçadas do mundo de luxo. Ford GT, Maserati MC12, Lamborghini Murcielago, Nissan GT-R, Corvette Z06 e Aston Martin DB9 desfilaram sua força e sua beleza em 2 horas de corridas divididas entre Sábado e Domingo. Além destas maquinas, foram possíveis ver outros velocíssimos carangos da Itaipava GT Brasil, que fizera sua última etapa do campeonato brasileiro em conjunto desta prova.

Um excelente ambiente e um sem numero de atrativos para qualquer aficionado de corridas ver com atenção estas provas. Mas o que pude observar durante as provas é que existe algo mais importante que este ambiente propicio para estas corridas, como gosta este escriba. Existiu também competição.

Carros tão diferentes andando juntos o tempo todo, com várias ultrapassagens, toques e ação durante todo o tempo. Mesmo um carro V8, mas com velocidade final muito menor que Maserati e Lamborghini como o GT-R da Nissan conseguiu andar o tempo todo no bloco da frente. E mais: no resultado final das 7 primeiras colocações, existia um carro diferente de cada marca, sendo apenas o Aston Martin com 2 carros nestas posições. Isso é o mais importante de tudo em corridas de automóveis e foi isso que pudemos observar neste fim de semana nesta categoria.

Enquanto Andreas Mattheis anunciava sua despedida da GT Brasil e dentro do discurso de despedida lembrava dos problemas de equalização que tanto atrapalhou a continuidade do Audi R8 na competição nacional, na GT1 não se pode dizer que equalização era problema. Os organizadores encontraram o equilíbrio e deram vida a um dos melhores campeonatos com chancela da FIA. Tomara que isso continue nos próximos anos, com novas montadoras e pistas no calendário, sem deixar de fazer uma visita aqui no Brasil.

Classificação Corrida Classificatória:

1°. Darren Turner/Tomas Enge (Aston Martin DB9), 1h01min33s
2°. Michael Krumm/Peter Dumbreck (Nissan GT-R), a 9s032
3°. Clivio Piccione/Jonathan Hirschi (Aston Martin DB9), a 9s736
4°. Enrique Bernoldi/Xandinho Negrão (Maserati MC12), a 22s763
5°. Nicky Pastorelli/Dominik Schwager (Lamborghini Murciélago R-SV), a 24s814
6°. Marc Hennerici/Alexander Margaritis (Corvette Z06), a 27s297
7°. Neel Jani/Nicolas Armindo (Ford GT), a 27s390
8°. Andrea Bertolini/Michael Bartels (Maserati MC12), a a 38s750
9°. Peter Kox/Christopher Haase (Lamborghini Murciélago R-SV), a 39s093
10°. Alex Müller/Altfrid Heger (Maserati MC12), 42s679
11°. Bas Leinders/Maxime Martin (Ford GT), a 44s169
12°. Stefan Mücke/Christoffer Nygaard (Aston Martin DB9), a 45s213
13°. Max Nisslon/Seiji Ara (Nissan GT-R), a 56s430
14°. Warren Hughes/Jamie Campbell-Walter (Nissan GT-R), a 58s497
15°. Frédéric Makowiecki/Yann Clairay (Aston Martin DB9), a 1min01s422
16°. Daniel Serra/Chico Longo (Maserati MC12), a 1min04s615
17°. Karl Wendlinger/Henri Moser (Nissan GT-R), a 1min13s685
18°. Duncan Huisman/Pertti Kuismanen (Corvette Z06), a 1 volta
19°. Cláudio Dahruj/Sérgio Jimenez (Corvette Z06), a 1 volta
20°. Matteo Bobbi/Markus Palttala (Ford GT), a 2 voltas
21°. Ricardo Zonta/Frank Kechele (Lamborghini Murciélago R-SV), a 36 voltas
22°. Richard Westbrook/Thomas Mutsch (Ford GT), a 36 voltas

Classificação Corrida Principal

1) Bernoldi / Negrao (Maserati MC12), com 1h01min23s296
2) Enge / Turner (Aston Martin DB9), a 2s348
3) Hennerici / Margaritis (Corvette Z06), 5s874
4) Piccione / Hirschi (Aston Martin DB9), a 6s077
5) Martin / Leinders (Ford GT), a 9s060
6) Dumbreck / Krumm (Nissan GT - R), a 10s574
7) Schwager / Pastorelli (Lamborghini Murcielago 670 R-S), a 11s367
8) Jani / Armindo (Ford GT Matech), a 22s358
9) Bertolini / Bartels (Maserati MC12), a 22.925
10) Heger / Müller (Maserati MC12), a 23s225
11) Nygaard / Mücke (Aston Martin DB9), a 31s682
12) Kox / Haase (Lamborghini Murcielago 670 R-S), a 43s720
13) Makowiecki / Clairay (Aston Martin DB9), 45s738
14) Westbrook / Mutsch (Ford GT Matech), a 52s474
15) Bobbi / Palttala (Ford GT), a 54s724
16) Ara / Nilsson (Nissan GT - R), a 1min11s191
17) Serra / Longo (Maserati MC12), a 1min18s694
18) Wendlinger / Moser (Nissan GT - R), a 1min34s780
19) Huisman / Kuismanen (Corvette Z06), a 1 volta
20) Jimenez / Dahruj (Corvette Z0), a 7 voltas
21) Campbell-Walter / Hughes (Nissan GT - R), a 15 voltas
22) Zonta / Kechele (Lamborghini Murcielago 670 R-S), a 32 voltas

26/11/2010

500 Milhas de Kart: da Granja para o Mundo

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Neste final de semana, será realizado no autódromo da Granja Viana as tradicionais 500 milhas de Kart. Um evento que começou com um brincadeira de pilotos em fim de temporada para algo sério, com transmissão de parte da corrida ao vivo, além de contar com pilotos de diversas categorias pelo mundo.

E será a última vez que o Kartódromo da Granja Viana verá este evento. No próximo ano, os organizadores do evento irão levar o evento para uma pista de Kart a ser construída no complexo do Beto Carrero World, na cidade de Penha, em Santa Catarina e com assinatura de Hermann Tilke.

É um sonho antigo dos proprietários do Beto Carreiro em ter um complexo automobilístico naquela região. Fato que estava mais próximo antes da morte do próprio Beto Carreiro e de Aurélio Batista Felix, criador da Formula Truck e maior incentivador desta ideia. Ideia esta que nunca morreu e que será alavancada com esta mudança na linha das 500 milhas.

Infelizmente, mesmo sendo uma pista das mais desafiadoras de kart já construídas no Brasil, o kartódromo da Granja Viana ficou obsoleto para o tamanho do evento. Ele fica próximo a rodovia Raposo Tavares, mas o acesso até ele é dentro de uma zona industrial com ruas estreitas, além de difícil acesso para o público e estacionamento para o próprio piloto. Alias, posso confidenciar que vi o piloto Rubens Barrichello preso no transito por conta de tudo isso, além do fator chuva, na quinta-feira passada.

Fica agora duas perguntas: Será que o Kartódromo de Tilke será uma boa pista? Será que Santa Catarina vai receber tão bem as 500 milhas, prova de endurance, tão bem como recebe o desafio das estrelas de Kart organizado por Felipe Massa, mas que tem duração de provas comuns? É esperar para ver.

25/11/2010

Café com Velocidade #146: F1, Stock Car e Nascar

A edição 146 do Café com Velocidade vem com o debate em cima dos primeiros testes com pneus Pirelli, além de comentar um pouco sobre o que ocorreu também com os dias de testes liberados para novatos.

Além disso, passamos pela Copa Caixa Stock Car, que vai para sua última prova en Curitiba com 4 pilotos na disputa pelo título deste ano. Quem será o campeão?

Campeão que foi definido neste último final de semana em outra categoria do automobilismo. Alias, Pentacampeão! Jimmie Johnson superou a desvantagem que tinha de Denny Hamlin e conseguiu ganhar seu 5° título consecutivo na pista de Homestead.


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20/11/2010

Senna: Emoção até a última letra

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Poucas sessões de cinema foram tão emocionantes até hoje quanto a que eu conferi esta semana. A plateia era majoritariamente de pessoas mais velhas, entre 20 a 40 anos. Exatamente o público que conferiu em toda sua paixão o desempenho de Senna nas pistas. E este público saiu satisfeito com aquilo que viu, do principio ao fim. Confesso que mesmo com as ressalvas, “Senna” é um bom filme para aqueles que gostam de automobilismo, e para o fã do piloto brasileiro com certeza é uma ode a uma das mais importantes figuras do esporte nacional. Bom o suficiente para fazer com que todas as pessoas da sessão ficassem até a última letra dos créditos finais.

imageMinha expectativa era de ver um filme livre de certa conotações que tem feito mal ao mito Ayrton. Infelizmente muita coisa permaneceu e não foi classificada como deveria nesta película. A ideia de Senna ser um brasileiro injustiçado pelo mundo da Formula 1 é entoado a todo momento, principalmente na disputa Senna x Prost, que toma a proporção de uma disputa entre o bem contra o mal em certos momentos.

De fato, em muitas ocasiões Senna não tinha a mesma força política que o piloto francês tinha com a FISA (atual FIA), o que não faz Prost um demônio ou um vilão em uma história onde não existe vencedores. Nem mesmo o austero e polêmico Jean Marie Balestre, que como chefe da entidade maior do automobilismo mundial na época, teve enormes desentendimentos com o Brasileiro, pode ser considerado culpado de algo. Isso é e sempre foi inerente ao esporte. Mas não existe grande esforço para desmistificar este ponto.image

Outra falha do filme é deixar de lado a relação de Senna com outros pilotos da Formula 1, que é sentida até a presença marcante de Nelson Piquet em um briefing de pilotos no Japão de 1990, questionando os problemas do ano anterior. Com certeza, Piquet foi um dos grandes motivos para Senna ser o ícone que é até hoje.

Mas o filme conta com diversos pontos fortes, inclusive ao mostrar cenas do Brasil no final dos anos 80 e inicio dos anos 90, não furtando a audiência de uma visão critica entre aquilo que muitos de nós vivemos bem de perto em um período tenso tão politicamente quanto socialmente. Além disso, trechos de entrevistas com o tricampeão nunca divulgadas além de imagens e vídeos da família, mostrando sempre uma pessoa compenetrada e preocupada com assuntos fora das pistas mostram de fato quem era o verdadeiro Ayrton Senna da Silva. Um grande piloto.

16/11/2010

Café com Velocidade #145 - F1, Formula Truck e Nascar

A edição número 145 do podcast "Café com Velocidade" está imperdivel. Com a participação do Anderson Costa, editor de vários blogs, inclusive do "Velocidade" onde este escriba também ajuda com alguns textos, colocamos tudo em pratos limpos sobre a corrida de Abu Dhabi e a vitória o título de Sebastian Vettel.

Além disso, comentamos a reta final tanto da Formula Truck quanto da Nascar Sprint Cup, que chegam as suas últimas provas com os pilotos disputando o título ponto a ponto, em disputas tão boas quanto da Formula 1.


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14/11/2010

F1 - A vitória do esporte

De tempos em tempos, a Formula 1 é posta em xeque por conta de decisões que não levam premissas básicas do esporte em geral. Tanto que é comum jornalistas esportivos que não cobrem a F1 ou outra categoria automobilística questionarem a Formula 1, ao ponto de dizer que não se trata de um esporte. De fato, as palavras de Pierre Fredy de Coubertin dizendo que “A coisa mais importante da vida não é o triunfo mas o esforço, o essencial não é ter conquistas mas ter lutado bemnão parecia ser as palavras mais apropriadas para este ramo que envolve bilhões de dólares por ano e que teve no seu histórico nos últimos anos equipes tradicionais envolvidas em escândalos e trapaças, tudo em busca da vitória. Mas hoje tivemos uma importante mudança.

Mas é preciso pontuar as coisas devidamente. Como bem lembra Flávio Gomes, a Ferrari não mudará seu modus operandi por conta desta decisão de título. O GP da Alemanha, marcado pelo escândalo da inversão de posições entre Fernando Alonso e Felipe Massa, não auxiliou a conquista do título do excelente piloto espanhol, porém péssimo desportista. Alonso, campeão do premio Príncipe das Astúrias em 2005 na categoria desporto, quando trouxe a Formula 1 para um novo patamar em terras espanhola, cada vez menos é bem visto em seu próprio pais. Um pouco por culpa de outros esportes, como a seleção espanhola de Futebol, o ciclismo, o tênis, o motociclismo e o basquete, que tem tido resultado internacionais espetaculares, mas um pouco também pode ser creditado para o que podemos ser chamado de “falta de espirito esportivo”, algo que sobra para os campeões Hamilton, Button e o campeão deste ano Sebastian Vettel. Entretanto, Alonso está blindado na Ferrari, do mesmo jeito que estava blindado na Renault por Flavio Briatore e que deixou de ser assim que foi para a McLaren. Alonso tem muita capacidade de ser um dos maiores campeões da história caso consiga se estabelecer. Mas ele não será nunca exemplo de esportividade por tudo que já mostrou.

O oposto da equipe Red Bull, que optou por um cenário “perigoso” nesta Formula 1 apresentada no inicio deste texto: a total liberdade de competição entre seus pilotos. Mas isso não se deve por nenhum membro da equipe Red Bull Racing, e sim pelo presidente de uma organização global que se baseia em um estilo de vida que privilegia o esporte acima de tudo. Esporte levado a última consequência pelo negócio que a Red Bull representa, de bebidas energéticas. Oposto a nobreza e o charme da tradicionalista e conservadora equipe de Maranello. E baseando neste cenário, a Red Bull não deveria tomar nenhuma decisão que não fosse essa, a da liberdade. Diferente da Ferrari, a Red Bull é uma empresa que depende dos fãs da Formula 1 e de todos os outros esportes Dietrich Mateschitz - F1 Grand Prix of Abu Dhabipara funcionar. A Ferrari não. Qualquer decisão tomada nas pistas que fosse contra este espirito poderia impactar diretamente o negócio da Red Bull. E Dietrich Mateschitz (na foto ao lado), o austríaco que fez do espólio quase destruído da boa equipe Stewart pela Jaguar-Ford se tornar uma equipe competitiva nos últimos 3 anos, fez o que tinha que fazer. Garantiu que não daria ordem nenhuma em favor de Webber e que perderia de pé, como um dia ensinou o Barão de Coubertin. Obvio que essa decisão também era baseada em cima daquilo que a própria equipe conquistou por tal condição, ultrapassando a própria Ferrari em retorno de mídia. Independente das motivações Foi premiado com o título de seu outro piloto, o prodígio Vettel, talento puro e que tem muito a mostrar ainda.

Ou seja, respeitando a opinião pessoal de cada um a respeito de jogos de equipe e/ou suas preferências por este ou aquele piloto, uma coisa está certa neste domingo: com a lisura demonstrada neste campeonato pela equipe Austríaca e a derrota da Ferrari e de Fernando Alonso após tudo que ocorreu, é uma vitória do esporte. Esporte do jeito que Coubertin disse no final século XIX. Esporte do jeito que todo mundo conhece, que leva as lagrimas o verdadeiro desportista:

Vettel chorando na conquista do título from Thiago Raposo on Vimeo.

11/11/2010

Café com Velocidade #144 – F1, MotoGP e Nascar

Voltamos com uma edição normal do nosso podcast falando a respeito do melhor que ocorreu no último final de semana de velocidade. O grande destaque sem dúvida é a prova da Formula 1 em Interlagos, que teve cobertura especial tanto no Café com F1 quanto no Velocidade, com presença in loco em diversos setores de Interlagos. Ficou bem legal!

Após a corrida e a vitória de Seb. Vettel, ficou a grande discussão: Será que a Red Bull deveria fazer o jogo de equipe para a próxima etapa do campeonato em favorecimento de Mark Webber? A discussão pegou fogo, com várias opiniões diferentes a respeito.

Mas além de Formula 1, falamos também de MotoGP, que terminou seu campeonato 2010 com uma excelente prova em Valência vencida pelo campeão Jorge Lorenzo, e a Nascar, com uma surpreendente vitória e liderança de campeonato para Denny Hamlin. Confira!!!


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05/11/2010

Café com Velocidade #143 – Coletiva de Fernando Alonso

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Tivemos a oportunidade de acompanhar mais uma entrevista coletiva que antecede a etapa de Interlagos da Formula 1. E desta vez, foi a vez do líder do campeonato Fernando Alonso falar. A coletiva foi curta, porém muito interessante, já que Alonso não saiu da linha em nenhum momento e levou com humor mesmo as perguntas capciosas do pessoal do CQC e do Pânico. Além disso, Alonso comentou sobre  como é especial o GP do Brasil para ele e a possibilidade de igualar o número de título de um seus ídolos Ayrton Senna. Então, olho no vídeo abaixo:

04/11/2010

Café com Velocidade #142 - Coletiva da Bridgestone

Hoje foi realizado em São Paulo a tradicional coletiva da Bridgestone, que se despede da Formula 1 ao final deste ano. O que não impediu em nada a presença dos parceiros Thiago Raposo e Barbara Franzin estiveram presentes para acompanhar tudo que aconteceu lá, com a participação dos pilotos brasileiros Felipe Massa, Bruno Senna e Lucas di Grassi. Acompanhem um resumo da coletiva abaixo:

Café com Velocidade #141 – Especial GP Brasil

Semana especial para o automobilismo brasileiro. Com a chegada da Formula 1 em Interlagos, o nosso podcast também tem que ser algo especial. Por isso, meus companheiros Thiago Raposo e Babi Franzin entrevistaram Felipe Giaffone, piloto da Formula Truck, que será um dos comissários da prova nesta etapa da F1.

Giaffone irá falar um pouco da sua função e quais são os preparativos e detalhes que um fiscal deve verificar durante uma corrida de F1. Um papo legal na preparação para o grande momento que ocorrerá domingo em São Paulo. Espero que gostem.


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02/11/2010

Volta Virtual em Interlagos com Luiz Razia

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O @luizrazia, piloto de testes da Virgin Racing, liberou um vídeo em sua página pessoal mostrando uma volta em Interlagos utilizando o jogo F1 2010 como base para dar dicas sobre os segredos da pista paulistana. Mesmo não sendo o simulador oficial e ter um pouco menos de realismo que o modelo utilizado pelas principais equipes, é muito interessante ver que mesmo em momentos de lazer, os pilotos optam por treinar um pouco mais seus conhecimentos de corrida e aperfeiçoar sua visão através de simuladores de videogames, que a cada dia estão mais realistas.

Está curioso para saber o que o Luiz Razia disse? Então veja o vídeo completo abaixo:

01/11/2010

Fique de olho: Cesar Ramos

Faz 2 anos que o pessoal do “Café com Velocidade” falou com Cesar Ramos pela primeira vez. O piloto brasileiro de Nova Hamburgo vinha de uma temporada não muito boa no ano 2007. Mesmo conseguido o título da copa de Inverno da Formula Renault 2.0 Itália com 4 vitórias em 4 etapas, Ramos não conseguiu ter o mesmo sucesso na temporada regular desta mesma categoria, ficando apenas 14° lugar. E na provas do Formula Renault 2.0 Eurocup que disputou naquele ano, o piloto brasileiro não obteve nenhum resultado expressivo.

Em 2008, Ramos conseguiu superar algumas barreiras e conseguiu ser 7° no italiano de Formula Renault e 8° lugar no Europeu da mesma categoria, evoluindo do ano anterior e conseguindo espaço para guiar na Formula 3 Europeia no ano de 2009 com o pessoal da Manor Motorsports. Entretanto, mesmo com o bom cenário, o ano foi péssimo para Cesar, que não conseguiu um bom desempenho e terminou apenas 32° lugar o campeonato, sem pontuação em dezesseis etapas.

Para Cesar, era hora de dar uma guinada em sua carreira para conseguir espaço que ele vislumbrava de guiar na Formula 1, como dissera no programa #58 do CV. O Bicampeão brasileiro e Campeão Pan-americano de Kart tomou importante decisão: voltou a guiar com o pessoal da BVM Racing, mesmo equipe que lhe deu suporte nos campeonatos de Formula Renault, desta vez para correr na Formula 3 Italiana. E Cesar não pudera tomar decisão melhor.

Desde o início da temporada, o piloto brasileiro fazia um campeonato bom o suficiente para abrir portas em outros mercados. Mas no meio da temporada, veio o anúncio oficial que os 3 primeiros da F3 Itália teriam a oportunidade de treinar com um carro da Scuderia Ferrari no circuito de Vallelunga no dia 2 de dezembro, e ter um chance de se juntar ao programa da Ferrari Driver Academy, que inclui Sergio Perez, que pilotará pela equipe Sauber na F1 ano que vem, e Jules Bianchi, piloto da ART Grand Prix na GP2.

Portanto, Cesar Ramos é um dos pilotos que devemos ficar de olho nos próximos anos, pois ele pode aparecer em uma boa condição em alguma categoria de ponta do automobilismo mundial.

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